"Porque juventude são outros Papos!"

terça-feira, 30 de junho de 2009

Michael Jackson e a cultura capitalista!

Com o falecimento, no dia 25 de junho passado, de um dos ícones da música pop para a juventude que viveu e cresceu excluída de muitos direitos como foi Michael Jackson, somos chamados a refletir sobre o que acontece no dia a dia em que o capitalismo continua dirigindo a humanidade e podemos dizer que muitas questões se reacendem.
 
Por Wander Geraldo*


A black music norte-americana — assim como o forró, o samba e o hip-hop no Brasil — é expressão de uma juventude que luta e enfrenta condições adversas. Não falo aqui de somente ouvir ou gostar desses ritmos. Cito aqueles que através dessas e outras expressões musicais externam sua realidade, na maioria das vezes dura, porém enfrentadas com criatividade, alegria, vontade de vencer e acima de tudo respeito ao ser humano.
 
A identidade inicia-se na origem, de famílias proletárias, de artistas e militantes dessas expressões culturais. Passa pelas barreiras do pré-conceito e explodem na aceitação e simpatia que os povos assumem por essas expressões culturais. Assim como no Harlem em Nova YorK, a vida no sertão nordestino, nas periferias do Rio de Janeiro e de São Paulo é enfrentar as barreiras do direito à alimentação, ao emprego, à educação e tantos outros direitos básicos que no regime socialista serão superados.
 
Em meio a essas barreiras, homens e mulheres, na maioria das vezes jovens, conseguem compor e cantar músicas que muitas vezes são críticas, que dão conforto e mensagem que outros milhões de homens e mulheres buscam. Mais ainda, inspiram para continuar a luta e a caminhada pela sobrevivência e pelos nossos direitos.
 
No Brasil, especialmente nos finais de semana, os bailes funks, as rodas de samba e os forrós são espaços para esses maravilhosos momentos, em que, sem distinção étnica, econômica e social, todos se encontram e extravasam suas energias e se preparam para mais uma semana, na qual os trabalhadores terão novamente sua força de trabalho sugada.
 
As elites muitas vezes não entendem como é que certos fenômenos populares rompem barreiras de seus modos de pensar, em suas mídias manipuladas e até mesmo nas suas gigantescas salas de estar, onde muitos de seus filhos também ouvem e dançam músicas compostas nos guetos e favelas do mudo, levando a esses espaços letras e conteúdos que queriam eles, as elites, que fossem sufocadas onde eles não passam nem por perto.
 
Nesse sentido, render homenagens a Michael Jackson é lembrar que ele e sua família de origem operária romperam barreiras através da música; que ele, ainda em um mundo sem internet e sem a universalização da televisão, já era um ídolo nas periferias do nosso país e do mundo. Inspirou Tim Maia, Jorge Ben (hoje Benjor) e Sandra de Sá dentre outros milhões de pessoas em todo o mundo.
 
Assim como Martinho da Vila, Luiz Gonzaga e Mano Brown, Michael representou as lutas e anseios de muitas pessoas oprimidas pelo sistema. Sucumbiu antes de morrer às garras do mercado, das aparências ditadas, das concepções e doenças contemporâneas que o capitalismo tenta nos enfiar goela abaixo. Porém, deixou um legado que em todo o mundo será lembrado, para que também através da musica todos possamos alimentar os nossos sonhos e lutas para superar o regime capitalista caduco, opressor e desumano.
 
 
* Wander Geraldo é membro do Comitê Central do PCdoB. Integra, em São Paulo, a Escola de Samba Unidos do Peruche e o Bloco Carnavalesco Unidos do Pé Grande fonte: www.vermelho.org.br


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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Enquanto isso no SENADO...


*Diante da certeza de que eles vencerão, que jamais pagarão por seus crimes,
que continuarão ricos e corruptos, e até mesmo respeitáveis, resta-nos
ridicularizar suas figuras toscas, seus figurinos grotescos, seus cabelos
tingidos, suas caras botocadas. Para que suas esposas e amantes leiam, e
seus filhos se envergonhem deles no colégio. Como nós nos envergonhamos todo
dia. ( Nelson Motta )* 
 
 
 
 
Enviado por E-mail por Alcilene Cavalcante

terça-feira, 23 de junho de 2009

Deputado Camilo pede transparência imediata nas contas da Assembléia do AP

 

Karen Cardoso

 

O Presidente Lula sancionou, dia 27 de maio, a lei complementar 131/2009, de autoria do senador João Alberto Capiberibe, por isso chamada de Lei Capiberibe, que obriga a transparência fiscal nas contas públicas de todo o país.

 

Até maio de 2010, todas as despesas (gastos) e receitas (arrecadação)dos órgãos públicos deverão estar disponibilizados na Internet, sem qualquer restrição de acesso. A população poderá acessar sites e fiscalizar toda movimentação feita naquele órgão. Até mesmo os pagamentos que o próprio cidadão fizer vão constar, automaticamente, nessa prestação de contas eletrônica. Na última terça-feira (16), João Capiberibe foi convidado pela vereadora Cristina Almeida para fazer uso da tribuna da Câmara dos Vereadores, quando explicou o funcionamento da lei de transparência.

 

Na sessão de quarta-feira (17), o deputado Camilo Capiberibe, em seu pronunciamento, propôs que a Assembleia Legislativa desse o exemplo para o estado do Amapá e para todo o Brasil, adotando imediatamente a lei Capiberibe.

 

"Implantemos a transparência já. Coloquemos as contas da Assembleia na Internet. Podemos esperar até o dia 27 de maio de 2010 ou podemos nos antecipar dando exemplo para o país. Isso não é mais querer e não querer, é obrigação", sugeriu o deputado.

 

O deputado do PSB disse ainda que é preciso ir além revelar os gastos de pessoal da AL e divulgar os nomes dos assessores e os salários recebidos para que o povo possa fiscalizar o trabalho dos funcionários públicos.

 

Complementando, o deputado Ruy Smith pediu que os parlamentares afastassem o medo da mudança, e encarassem a transparência como uma proximidade positiva com a população. "A população precisa saber o que está acontecendo aqui dentro dessa casa de leis, os deputados que falam, os que se esquivam, com a questão financeira não seria diferente, quem ta gastando, quanto, com o que. É fundamental que todos esses detalhes estejam transparentes para o cidadão. Que afastemos o medo", falou Ruy Smith.

 

O deputado Camilo lembrou ainda que o governo atual decidiu por manter o Portal da Transparência que foi implantado pelo governo do PSB e com isso ele, como qualquer pessoa, pôde fiscalizar a administração pública. "Quando o governo Waldez faz algo certo, eu tenho que registrar, a permanência do portal de transparência foi um exemplo de acerto. Afinal sem o portal, eu não poderia descobrir alguns erros cometidos pela administração pública. Um exemplo foi com o leite que custava menos de 4 reais e estava sendo comprado por 14.Tudo isso eu via e mostrava à imprensa no site do governo, para não dizer que eu inventava essas afirmações", relatou.

 

Por todos os benefícios que a população terá, que o deputado Camilo Capiberibe pede que a Assembleia Legislativa tome como lição a lei Capiberibe e seja a primeira a colocar em "pratos limpos" a receita de todos os setores da Casa de Leis.

 

 


SERVIÇO:

Emanoel Reis pautamcp@bol.com.br

Karen Cardoso kcjornalismo@gmail.com

Acesse: http://camilo.capiberibe.org.br



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Até mosca tem nojo do que acontece no País!

 

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A chegada da chuva desse fim de semana

Registrado Sabado, cerca de 14;30, na estrada do coração,
foto: Patrique Lima

Santa Santidade!

Só bestinha se batizando!

Entre quatro paredes - por Emir Sader

 
Duas analises tem sido muito difundidas, ambas incorretas: uma acredita que a crise atual levou ao fim do neoliberalismo e condena o próprio capitalismo à morte. A outra afirma que todas as tentativas atuais – especialmente as latinoamericanas – de superação do neoliberalismo fracassaram ou tendem a fracassar, "traindo" os mandatos que receberam.

Parecem analises contrapostas, mas são funcionais uma à outra. Porque remetem à idéia de que as condições de superação do capitalismo estão dadas, só não se realizam pela "traição das direções políticas", burocráticas e/ou corrompidas, cooptadas pela burguesia e pelo capitalismo.

Além de equivocadas ambas as análises servem de álibi para as derrotas da esquerda: são sempre derrotas "dos outros". Fica-se na eterna e indispensável tarefa da denúncia, tanto da repressão, quanto das "traições". Mas os setores mais radicais se consideram imunes às derrotas, como se ao não se aproveitar a crise do capitalismo e o esgotamento do neoliberalismo para construir alternativas de esquerda capazes de disputar hegemonia, não estaríamos sendo todos derrotados.

Ou os argumentos da esquerda estão equivocados – e a realidade insiste em provar que isso não é verdade, quando se avança é pela esquerda e as propostas de direita estão associadas à geração da crise – ou temos sido incapazes de convencimento e de construção de forças alternativas que tratem de transformar essas idéias em força concreta – econômica, social, política, ideológica. Talvez as posições concretas da esquerda ou não sejam suficientemente concretas para chegar às pessoas ou estejam erradas na sua forma. Talvez se exorbite no radicalismo verbal e isso leva a esquerda ao isolamento e ao doutrinarismo, fechando-se sobre si mesma, apegando-se excessivamente à teoria e aprendendo pouco das formas sempre novas e heterodoxas da realidade concreta. Talvez se privilegie as palavras, a doutrina, em relação à realidade concreta, esquecendo-nos que a verdade é sempre concreta.

"A teoria, quando penetra nas massas, se torna força material" – dizia Marx. Seu pensamento pretende ser ao mesmo tempo interpretação do mundo e sua transformação radical. As palavras que não se transformam em força material, que não sensibilizam, que não chegam ao povo e não são assumidas por este como vetor de mobilização e projeto de transformação da realidade, permanecem palavras, teorias, doutrinas.

Por isso um marxista é necessariamente, ao mesmo tempo, teórico e dirigente político, intelectual e militante, de forma indissolúvel.

Quanto mais setores da esquerda consideram que os projetos atualmente existentes são todos cooptados pela burguesia, projetos de uma "nova direita" disfarçada de esquerda, etc., etc., mais deveriam se sentir derrotados e desmoralizados. Porque acreditam cegamente que têm razão, mas nunca conseguem triunfar, não conseguem convencer aos amplos setores do povo das suas propostas. Deveriam se sentir mais derrotados que todos. No entanto, exibem soberba diante das derrotas, parece que as derrotas são dos outros. (Como no caso da peça do Sartre, "Entre quatro paredes", em que "o inferno são os outros").

Muitas vezes setores da esquerda colocam como seu objetivo a disputa de espaço dentro da esquerda, a demonstração de força de que têm mais força que outros grupos de esquerda, quando o objetivo fundamental é construir e disputar hegemonia na sociedade como um todo.

Tantas vezes reina o prazer quando se considera que tal pessoa ou tal grupo teria "capitulado", quando se deveria ficar triste, porque – caso seja realmente assim – é mais uma pessoa ou um setor que abandonaria a esquerda, refletindo nossa incapacidade de conquistá-los.

As vezes dá a impressão que se considera que o gênero humano está condenado à traição e cada vez que se considera que isso acontece, gera uma espécie de satisfação interior, ao constatar que mais e mais gente morde a maçã do pecado e das garras da cooptação do capitalismo.

O debate ideológico dentro da esquerda deve ser dar em função do objetivo maior de construção de alternativas de esquerda, não de ver quem triunfa no marco fechado da esquerda. Senão o campo ficará livre para que a direita decida quem governará – e o fará sempre contra a esquerda e o campo popular.


 
Poster: Excelente texto do Emir, reflete claramente a ortodoxia de alguns setores da esquerda, que erroniamente se acham os donos da verdade!

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Senado deve votar em breve projeto da deputada Janete que combate escalpelamentos

 
  Brasília, 17/06/2009 – Está na ordem do dia do Senado Federal o PLC (Projeto de Lei da Câmara dos Deputados) 109/2008, que obriga instalar proteção no eixo e em outras partes móveis do motor dos barcos, tornando a navegação ribeirinha mais segura. O projeto foi apresentado pela deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) com o número 1.531, na Câmara dos Deputados, em julho de 2007. A proposta já foi aprovada pela Câmara e pelas Comissões do Senado e aguarda votação pelos senadores quando a pauta for desobstruída das medidas provisórias.

Segundo a autora, quando for aprovado, o projeto tornado lei atacará a maior causa de escalpelamentos nas regiões ribeirinhas, que são os acidentes nas embarcações de pequeno porte que navegam nos rios da Amazônia, comumente barcos usados para o transporte das famílias. Nos acidentes, o cabelo se enrola no eixo do motor arrancando o couro cabeludo das vítimas.

Nesta quinta, 18, a partir das 10 horas, a Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados realiza uma audiência pública para debater os avanços na prevenção e combate ao escalpelamento.

 

Cidadania – "Em 2007, iniciamos o processo de inclusão das vítimas de escalpelamento nas políticas públicas governamentais. As tiramos da invisibilidade e as trouxemos para o centro do poder para exigirem seus direitos", lembra a deputada socialista, para enumerar outras conquistas desde aquela época.

Na II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, em 2007, e no Congresso Nacional, as vítimas de escalpelamento saíram da invisibilidade para reivindicar políticas públicas que as atendessem.

Agora, estão incluídas no programa de cirurgias reparadoras do Sistema Único de Saúde – SUS e podem até serem indenizadas pelo acidente que sofreram. Uma cooperação técnico-científica e cultural entre a Defensoria Pública e a Fundacentro, com vigência inicial de dois anos, busca o desenvolvimento tecnológico para aperfeiçoar os mecanismos de navegação ribeirinha. A Fundacentro, do Ministério do Trabalho, já desenvolveu e testou um protótipo de carenagem segura e de baixo custo que cobrirá as partes móveis dos motores, em substituição aos arranjos improvisados e de pouco eficácia. Outro progresso é o convênio com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica para capacitar cirurgiões plásticos nas cirurgias de reparação.

A deputada Janete também considera positivo o Grupo de Trabalho que sugeriu ao Ministério dos Transportes, quando presidiu a Comissão da Amazônia, e que está elaborando uma política pública para o setor, inexistente até então. Nesta política já estão previstas a capacitação dos operadores da navegação em centros navais, em cada estado da Amazônia, e desburocratização do acesso dos construtores navais aos recursos do Fundo da Marinha Mercante para financiar a renovação da frota com juros menores do que os de mercado.

 

 

Recursos – A deputada socialista também reservou R$ 100 mil das suas emendas individuais para aprimorar o trabalho de prevenção ao escalpelamento. Do valor, R$ 70 mil foram usados para reformar a lancha "Piracuí" e R$ 10 mil para a balsa "Alvarenga". Ambas são usadas, entre outras finalidades, para levar ações preventivas para combater o escalpelamento. Mais R$ 20 mil serviram para reformar viaturas da Capitania de Santana. A deputada Janete foi a única política do Amapá que reservou dinheiro das emendas para a prevenção do escalpelamento.

 

 


 

Foto: Luciana Capiberibe

Legenda: Deputada Janete é autora do projeto que coíbe a maior causa de escalpelamentos

 

Texto:

Sizan Luis Esberci

Assessor de Imprensa

Gabinete da deputada federal Janete Capiberibe – PSB/AP

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

UNE: comunistas querem grande mobilização para congresso


Entrando na reta final da preparação para o 51º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) e considerando o papel estratégico da juventude no processo de transformações sociais necessárias para o Brasil, o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, e o secretário de Juventude Ricardo Abreu "Alemão" divulgaram no final de maio circular em que enfatizam a importância do evento.

"Nossa orientação é não superestimar nossas forças e muito menos subestimar a oposição; combater a rotina e a acomodação com metas ousadas e um intenso trabalho de mobilização. Além disso, realizar uma ampla política de alianças", diz a nota.

O congresso da entidade está marcado para os dias 15 a 19 de julho em Brasília e deverá contar com a participação do presidente Lula. "O movimento estudantil brasileiro, com decisiva participação dos comunistas através da UJS, tem desempenhado papel essencial na luta de nosso povo. A UNE continua se consolidando  como uma das mais influentes e combativas entidades dos movimentos sociais brasileiros", assinou Renato Rabelo.

O documento procura chamar atenção dos jovens comunistas que atuam na União da Juventude Socialista (UJS) para a importância do acontecimento, especialmente em ano pré-eleitoral, em que se avizinha uma disputa intensa entre, de um lado, as correntes populares, progressistas e de esquerda pela manutenção deste campo no governo central; e do outro, das forças elitistas e conservadoras que desejam retornar à Presidência da República.

Fator que justifica a participação dos estudantes nessa batalha é a melhoria pela qual a educação passou durante a gestão Lula. O Brasil possui mais de 6 milhões de estudantes em mais de 2.500 Instituições de Ensino Superior, segundo dados divulgados em 2008 pelo Ministério da Educação.

Ao mesmo tempo, essas transformações mudaram também os critérios para a eleição dos delegados para o Congresso da UNE desde a edição passada. "Nos últimos anos a rede de ensino superior passou por grande expansão em nosso país, trazendo a necessidade de mudanças também nos fóruns do movimento estudantil", coloca Alemão. O novo método – votação em urna para as eleições dos diretórios centrais dos estudantes (DCEs) – tornou o processo mais democrático, porém mais complexo por exigir maior empenho dos estudantes para a vitória de suas chapas.

"Devemos, a partir da realização de uma grande campanha, enraizar ainda mais a UJS, lançando chapas e constituindo núcleos nas principais universidades. Nosso êxito será medido também pela ampliação da nossa influência entre os universitários brasileiros, consolidando a UJS como a principal organização política juvenil de nosso país", colocou Alemão.

A nota enfatiza que o esforço político, de mobilização e de propaganda para a campanha será desenvolvido pela UJS, que participará do 51º Congresso da UNE encabeçando a chapa "Da unidade vai nascer a novidade". Neste caso, o presidente Renato Rabelo salienta que "cabe aos comitês estaduais e municipais o imprescindível acompanhamento político dessa campanha junto às frações das direções estaduais e municipais da UJS e o apoio no que for necessário".

Além disso, a nota coloca a necessidade de "ajudar a elevar o nível do debate político durante o processo de mobilização e preparação política de nossa bancada", sendo importante o estudo e a divulgação das propostas do movimento "Da unidade vai nascer a novidade", documento que pode ser acessado na página da UJS.

 

Fonte: www.vermelho.org.br

Que desafios nos impõe o Congresso da UNE?

Foram mais de duas mil instituições mobilizadas em mais de mil cidades de todos os estados do país Nos próximos dias encerram-se as disputas e a mobilização nas universidades para o 51º Congresso da UNE. Até o momento foram mais de duas mil instituições mobilizadas em mais de mil cidades de todos os estados do país. Antecedendo este importante fórum estudantil ocorrem também nove congressos de entidades estaduais e ainda a mobilização para a reorganização das entidades do Rio Grande do Sul e do Espírito Santo. Debates calorosos, disputas acirradas, polêmicas antigas e diversas questões atuais propostas. Mas o que este importante processo coloca na pauta política do movimento estudantil brasileiro?

É lógico que atual diretoria da UNE busca capitalizar duas importantes conquistas – a retomada da sede histórica na Praia do Flamengo e a tramitação do Projeto de Reforma Universitária da UNE,  construído no calor do 12º CONEB. Mas penso eu que duas questões serão centrais neste Congresso – as eleições de 2010 e a retomada da luta em defesa da meia entrada.

Sobre 2010 muitas questões já estão postas. Mesmo que algumas forças políticas ainda buscam projetar lideranças ou tentar quebrar a polarização que marcou as eleições brasileiras das duas últimas décadas, não há como fugirmos do embate entre o campo político que sustenta o governo Lula e a oposição liderada pelo tucanato paulista e sua coalizão conservadora. Nós sabemos muito bem qual o caminho a ser tomado e de forma alguma fraquejaremos na defesa das mudanças conquistadas com o mandato do presidente Lula. Mas para além de balanços e avaliações é preciso compreendermos 2010 na lógica de um cenário de crise internacional e da sua necessária superação e também que aqui no Brasil é preciso aprofundarmos ainda mais um projeto de desenvolvimento  que possa enfrentar a crise, mas para além dela, constituir as bases de um país desenvolvido e soberano.

É por tudo isso que defendo de que a UNE não se abstenha da disputa de 2010. Para tal, o Congresso da UNE deveria convocar um amplo debate em todas as universidades brasileiras, exigindo que além de candidaturas, debatamos o programa político que possa impor mais avanços  para o país. A novo diretoria da UNE precisa até julho de 2010 percorrer todo o país reunindo DCEs, entidades estaduais, executivas de cursos, centros acadêmicos, assembleias e debates, passeatas e passagens em sala de aula, mobilizando o maior CONEG da história da UNE, onde lá a UNE se posicione sobre o pleito de 2010. Assim, espero que a UNE possa contribuir ainda mais para que as conquistas permaneçam e também para que o país na retroceda.

Sobre a meia entrada, talvez aqui tenhamos um debate estratégico e fundamental que a muito não se travava no movimento estudantil. Desde 2001 com a MP 2208, os fóruns da UNE somente debatiam uma posição defensiva sobre a meia entrada. Com a tramitação do Projeto de Lei da Meia no Senado no início do ano os ânimos se acirraram e a velha polêmica veio a tona. De um lado as empresários que são radicalmente contra a meia entrada porque esta diminuiriam os seus lucros astronômicos. No polo oposto estão a entidades estudantis que enxergam na meia entrada um instrumento estratégico fundamental para garantir aos estudantes o acesso a cultura.

Mas o pior nesta discussão são as contradições que permeiam ambos os lados. Entre os empresários ficou evidente que a política da forma como está não pode ficar, pelo simples fato de que não há controle algum sobre a emissão da carteira de identificação estudantil, e o que é mais hilário, eles não podem defender o fim da meia entrada simplesmente porque não há na sociedade eco para sustentar tal posição. Já entre as entidades estudantis surge uma polêmica que devamos enfrentar de cabeça erguida no Congresso da UNE. A proposta defendida por alguns setores de meia entrada para toda a juventude contra o dito "monopólio" da emissão pela UNE nada mais é do que defender tudo como já está. E o que é pior, uma simples mesquinhes de achar que a emissão unificada da carteira estudantil favorece A ou B somente joga agua no moinho da derrota dos estudantes.

Mobilizar contra a política de cotas de 40% na meia entrada além de não haver de maneira alguma retrocessos como a definição de dias da semana para o acesso à meia, além de unificar a carteira de identificação estudantil como instrumento de financiamento autônomo do movimento estudantil será uma importante luta para a próxima gestão da UNE. Não quero de forma alguma simplificar o Congresso da UNE somente a estas duas pautas, mas sejamos inteligentes, talvez não haja nada mais fundamental do que estes dois debates.
 

Márcio Pereira Cabral é Diretor de Movimento Estudantil Universitário da UJS.
 

terça-feira, 16 de junho de 2009

Estudantes não precisam se preocupar com novo Enem, diz Ministro da Educação

Em pronunciamento em rede de rádio e televisão, o ministro da Educação tranquilizou os estudantes."Quem está preparado para o vestibular está preparado para o novo Enem. E quem estava pronto para o velho Enem também está pronto para o novo Enem", disse.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (15) que os estudantes que se prepararam para o antigo vestibular não precisam temer o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições para a prova, que servirá como forma de ingresso para várias universidades federais, começaram nesta segunda-feira.

"Quem está preparado para o vestibular está preparado para o novo Enem. E quem estava pronto para o velho Enem também está pronto para o novo Enem", disse em pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão.

Somente no primeiro dia, mais de 100 mil estudantes já se inscreveram para participar do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os interessados devem se inscrever exclusivamente pela internet até as 23h59 do dia 17 de julho. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova, a expectativa é chegar a 7 milhões de inscritos.

Em seu pronunciamento, Haddad informou que 42 das 55 universidades federais vão utilizar o exame para selecionar seus alunos, seja em 2009 ou nos próximos processos seletivos. O ministro destacou que cada estudante, a partir da nota obtida, poderá pleitear uma vaga em qualquer universidade ou instituto federal que tiver aderido ao novo modelo.

"Pelo processo tradicional, o estudante era obrigado a se inscrever em diversos vestibulares, cada um com um modelo específico, arcar com várias taxas de inscrição e deslocar-se pelo país, o que era estressante e pouco democrático", defendeu.

O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios nos dias 3 e 4 de outubro. A prova terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação.

 

Fonte: Agencia Brasil

Amapaense no Mundo!

"É importantíssimo que estabeleçamos um pacto geracional e a reunião de lideranças juvenis de diversos partidos políticos, do governo e da oposição. É um grande exemplo de que é possível, ao mesmo tempo, respeitar as diferenças existentes entre os partidos e buscar ações conjuntas que fortaleçam as politicas de juventude"
 
(Foi o que disse o Alex Nazaré (foto), dirigente nacional da JSB e assessor da Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, em reunião com as juventudes partidárias, propondo aquilo que também concordo ser o caminho tático mais correto para a construção de uma nação justa e desenvolvida pelo investimento na juventude).
 
 
 
Post surrupiado do blog Juventude em Pauta!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Lançada a Frente Parlamentar em defesa do transporte hidroviário

 
 

Seminário vai lançar frente parlamentar em defesa do transporte hidroviário na Amazônia


Brasília, 15/06/2009 – A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional realiza, nesta terça, 16, o seminário "Tecnologias e investimentos para o transporte fluvial de passageiros e cargas na Região Amazônica". No evento, será lançada a "Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento da Navegação Fluvial na Amazônia". O seminário foi pedido pela deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP), que organiza a Frente Parlamentar para o setor hidroviário da região. A deputada amapaense ainda é a responsável pela criação do Grupo de Trabalho formado dentro do Governo Federal para elaborar uma política pública que facilite o financiamento e aprimore a navegação hidroviária na Amazônia.

 

Segundo a deputada, o setor carece de investimentos financeiros públicos em toda sua cadeia operacional. Faltam recursos para a construção, pesquisa e aperfeiçoamento tecnológico, implantação de hidrovias e fiscalização, por exemplo. A região Norte, que concentra a maior malha hidroviária do país, não tem nenhum centro de formação e capacitação naval.

 

O Seminário sobre "Tecnologias e investimentos para o transporte fluvial de passageiros e cargas na Região Amazônica" e o lançamento da Frente Parlamentar acontecem a partir das 14 horas desta terça, 16, no Plenário 15, Anexo 2, Câmara dos Deputados.

 

 


 

Sizan Luis Esberci

Assessor de Imprensa

Gabinete da Deputada Federal Janete Capiberibe – PSB/AP

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Inscrições para o novo Enem começam hoje

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio, que neste ano servirá como forma de ingresso para boa parte das universidades federais, poderão ser feitas até 17 de julho. O processo será feito exclusivamente pela internet.

Começam nesta segunda-feira (15) as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que em 2009 servirá como forma de ingresso para boa parte das universidades federais. O processo será feito exclusivamente pela internet até as 23h59 do dia 17 de julho.
 
O candidato deve preencher um cadastro disponível no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação da prova. Uma confirmação será enviada ao e-mail do estudante.
 
Até agora, 37 das 55 universidades federais optaram por utilizar a nota do novo Enem em seus vestibulares de 2009. Desse total, 17 vão usar o exame como forma única de ingresso, seja para o preenchimento de parte ou do total de vagas oferecidas. Confira abaixo a lista das instituições que aderiram à proposta de vestibular unificado do Ministério da Educação.
 
Alunos de escolas públicas estão isentos da taxa de inscrição. Já os que estudam na rede privada devem imprimir o boleto e pagar a taxa de R$ 35 em qualquer agência bancária.
 
Um Manual do Inscrito será enviado para a casa de cada um dos candidatos, pelos correios, junto com um cartão de confirmação com as informações sobre datas, horários e locais de prova. O material também inclui um questionário socioeconômico que deve ser preenchido pelo estudante e entregue no dia e local da realização do exame.
 
Além de passaporte para ingresso em universidades federais, a partir deste ano o Enem também vai valer para certificação de conclusão do ensino médio. Para os alunos que estão fora da rede, o Enem vai substituir o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), cujo objetivo era avaliar as competências e habilidades básicas de jovens e adultos que não tiveram acesso ao ensino regular na idade adequada.
 
O Enem 2009 será aplicado em 1.619 municípios nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h, com 180 questões de múltipla escolha. No sábado, primeiro dia de exame, as provas serão de ciências da natureza e humanas. No domingo, será a vez de avaliar o conhecimento dos estudantes em linguagens e códigos, matemática e redação. O Inep recomenda que o candidato chegue ao local de prova com uma hora de antecedência.
 
A divulgação dos resultados está prevista para a segunda quinzena de janeiro de 2010.
 
Para saber as instituições que aderiram ao ENEM clique aqui

Nesse senado só sai dessas!

O Sarney é o que mais produz!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Desmate mantém pobreza na Amazônia, indica estudo

Os ganhos obtidos pelo desmatamento na Amazônia rapidamente desaparecem. Sobra apenas a pobreza que precedeu a exploração, mas sem os recursos da floresta que poderiam remediá-la. A conclusão é de um estudo publicado hoje na revista americana Science.

Um grupo de pesquisadores analisou os indicadores de qualidade de vida de 286 municípios brasileiros na Amazônia e verificou que localidades com um processo de desmatamento em curso apresentam indicadores acima da média. Mas a prosperidade dura pouco. Municípios que devastaram suas florestas possuem índices semelhantes, do ponto de vista estatístico, ao de localidades onde as árvores ainda estão em pé.

Os cientistas dividiram os municípios em sete grupos segundo a extensão do desmatamento. Depois, calcularam a média do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) municipal em cada grupo. O IDH leva em conta variáveis como renda per capita, expectativa de vida e alfabetização. As localidades com floresta intacta ou devastada possuíam, em média, IDH próximo a 0,6 (o índice varia de zero a um). Nos municípios com metade da cobertura vegetal e grande atividade predatória em curso, o índice subia para 0,7.

Antecedentes - Um estudo realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), em 2000, intitulado Amazônia sustentável: Limitações e oportunidades para o desenvolvimento rural, apontava para o ciclo enriquecimento-declínio na exploração das terras da Amazônia.

O relatório Avanço da Fronteira na Amazônia: do boom ao colapso, publicado em 2007 pelo Imazon, relaciona a evolução do IDH ao fenômeno do desmatamento e do consequente empobrecimento do solo.

"Agora, também separamos cada uma das variáveis que compõem o IDH", explica a pesquisadora portuguesa Ana Rodrigues, principal autora do trabalho publicado na Science. "A variação dos índices de alfabetização, expectativa de vida e renda per capita também seguiu o ciclo boom-declínio."

Ana realizou a maior parte da pesquisa na Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Hoje, atua no Centro de Ecologia Funcional e Evolutiva em Montpellier, na França.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Enviado por e-mail por Vladimir Filho
 



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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Assembléia legislativa aprova o Projeto Amapá Jovem

Na manhã de ontem, 10, no plenário da assembléia legislativa aconteceu à aprovação do projeto de lei do Executivo que trata sobre o Amapá Jovem, tal projeto de lei unifica a coordenação de todos os programas ligados a juventude amapaense sob a coordenação da Secretaria Extraordinária de Políticas para a Juventude – SEJUV, cria o ambiente virtual do programa e estipula os Centro Arco íris como espaço de referencia para os programas.
 
Segundo o Secretario de juventude, Marco Jhonny, o projeto como um todo contemplará cerca de 4 mil jovens em todo o estado, no mais diversos programas que o governo já executa, como bolsa trabalho, jovem empreendedor,  além do novo programa do governo, o Jovem Ambiental.
 
Os programas serão somente gerenciados pela secretaria de Juventude, os recursos serão das secretarias de origem dos programas, tais como SEED, SETE, SETEC, SDR entre outras, desta feita a secretaria de juventude cumpri seu papel de articuladora das PPJ's no Amapá e desenvolvi seu caráter de transversalidade.
 
Estiveram presentes na sessão 16 deputados, a qual aprovaram por unanimidade o projeto, onde faço questão de citar todos os deputados presentes nominalmente: Camilo Capiberibe, Keka Cantuaria, Ricardo Soares, Meire Serrão, Jorge Amanajas, Rui Smith, Edinho Duarte, Alexandre Barcellos, Dalton Martins, Mira Rocha, Eider Pena, Manoel Mandi, Zezé, Alexandre Salomão, Manoel Brasil, Joel Banha.
 
 
 

Palavra do pôster: O projeto de lei é um importante instrumento para fomentação das PPJ's no Amapá, mas ainda fica o questionamento sobre o principal discurso de reeleição do Governador Waldez Góes e eleição do prefeito Roberto Góes, o tão sonhado PASSE-LIVRE! Por onde andam os encaminhamentos para sua implementação?

 

Primeira Noite Fora do Eixo em Macapá


Por Karen Pimenta- palafita comunicação


Depois de sexta e sábado (12 e 13), ninguém mais vai poder reclamar de gripe na Terra do Nunca, afinal todos terão uma injeção de vitamina C. Após uma série de apresentações nas terras de seu Barack Obama, a banda paraense Vinil Laranja vai curar até gripe suína em Macapá City. Depois de se apresentarem no festival South By Southwest (SXSW), em Austin, Texas, a banda volta esquentando a "Noite Fora-do-Eixo" em Macapá, evento realizado pelo Coletivo Palafita.

A programação iniciará às 19 h, na Sede dos Escoteiros, localizada no bairro do Trem. Os ingressos custarão R$ 6. Além da Vinil, o primeiro dia da Noite Fora-do-Eixo, contará com as apresentações das bandas Godzilla, que recentemente lançou seu primeiro EP homônimo (em breve disponível para download), contendo cinco músicas; Stereovitrola (www.myspace.com/stereovitrola), que está produzindo seu segundo CD e a recente banda Fax Modem.

No segundo dia, será a vez das apresentações do cantor Roni Moraes, SPS 12 que está divulgando seu mais novo videoclipe "Recomeço", a banda de death thrash, Marttyrium e Vinil Laranja que fará uma segunda apresentação, para fechar a noite.

Andro Baudelaire (voz, guitarra), Saul Smith (guitarra), Bruno Folha (baixo) e André Thor Moicano (bateria), vão provar e honrar seu título de banda "mais sensual de Belém". Antes de tocar no SXSW a Vinil se apresentou no Grito Rock Cuiabá, divulgando seu primeiro CD "Unfaceless bride", lançado em 2008, pelo selo independente "Na Records" e por onde passa, conquista mais público e críticas, com sua performance rock and roll, irreverente e carismática.



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Coletivo Palafita – Comunicação

Equipe:
Igor Reales; Jenifer Nunes; Karen Pimenta; Ricardo Almeida;
Ronaldo Filho; Sandra Borges

terça-feira, 9 de junho de 2009

Campanha Doação de Sangue

O brasileiro é conhecido por suas atitudes nobres. A solidariedade está sempre à mostra e, desta vez pode ser aflorada com mais um grande gesto de respeito à vida: a doação de sangue.

Nos últimos cinco anos, 1,8% da população brasileira doou sangue. Porém, os números ainda são insuficientes, para manter os estoques necessários nos hemocentros. E como o Dia Mundial do Doador de Sangue, em 14 de junho, está se aproximando, é preciso criar uma grande corrente, para abastecer os estoques e fornecer vida à quem precisa.

Mas está é uma tarefa que só pode ser comprida com a sua ajuda e esforço. A divulgação desta campanha também depende de você. Por isso, não deixe de fazer sua parte e nos ajude mais uma vez a ajudar o Brasil.

 

Obrigada

  

 

Andréa Cunha

Núcleo de Comunicação Interativa

ASCOM - Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde

Fone: (61) 3315-2678

 

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Prêmios Amigos e Inimigos da Amazônia

Prêmio Inimigo da Amazônia - 05/06/2009

 

Local: São Paulo - SP

Fonte: Amazonia.org.br

Link: http://www.amazonia.org.br

 

Comissão organizadora: Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Greenpeace, Instituto Socioambiental, IMAZON, FBOMS, MST

 

Categoria espécie nativas

 

Senadora Katia Abreu (DEM/TO)

 · Autora do decreto legislativo que tenta sustar a validade das medidas administrativas de combate ao desmatamento na Amazônia

· Líder ruralista no Senado e árdua defensora da destruição do Código Florestal

· Relatora da MP 458 no Senado, defendeu entusiasticamente passar terras públicas para empresas e ocupantes indiretos, e mostrou que conhece muito bem as diversas formas de grilagem de terras públicas

 

 Senador Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR)

· Autor e promotor da PEC 38, que tenta acabar com a demarcação de terras indígenas e de unidades de conservação

· Autor de diversos decretos legislativos que tentam anular o reconhecimento de terras indígenas, e grande defensor da demarcação em ilhas da TI Raposa/Serra do Sol

· Votou a favor da MP 458 na íntegra

 

Senador Romero Jucá (PMDB/RR)

· Grande articulador da aprovação da MP 422 no Senado, liderou a bancada do governo para aprovar a MP 458 e derrubar os destaques que poderiam melhorá-la

· Autor e promotor do projeto de lei que autoriza mineração dentro de terras indígenas

 

 Senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA)

· Autor do projeto de lei que permite plantar dendê na reserva legal em imóveis da Amazônia e defensor da revogação do Código Florestal

· Defensor veemente da MP 458, votou a favor em sua íntegra, defendendo a regularização para empresas e ocupantes indiretos, com a alegação de que "não serve para nada separar o joio do trigo"

 

 Deputado Asdrúbal Bentes (PMDB/PA)

· Foi o relator da MP 458 na Câmara dos Deputados, onde conseguiu, com seu relatório, piorar uma medida que já era ruim e direcioná-la efetivamente para beneficiar apenas os grandes ocupantes ilegais de terras públicas

 

  Deputado Homero Pereira (PR/MT)

· Ex-presidente da FAMATO, se destaca na luta contra os povos indígenas, sendo autor de vários decretos legislativos que tentam anular o reconhecimento de terras indígenas no Mato Grosso

· Autor de decreto legislativo que tenta anular o Decreto Federal 1775, que regulamenta a demarcação de terras indígenas

 

Categoria espécie exótica

 

Deputado José Nobre Guimarães (PT/CE)

· Relator da MP 452 na Câmara, permitiu a inclusão de uma proposta de licenciamento ambiental automático de rodovias, com o intuito de permitir a construção, sem maiores discussões, da BR 319

· Votou a favor da MP 458

 

Deputado Valdir Colatto (PMDB/SC)

· Expoente intelectual da bancada ruralista, é autor do projeto de Código Ambiental que revoga o núcleo central da legislação ambiental brasileira e difamador contumaz do Código Florestal, se destacando na luta por sua revogação

· Votou na MP 458, inclusive pela aprovação de todos os destaques que tentavam piorar o texto já absurdo incluso no relatório submetido a votação no plenário

 

 

Prêmio Amigo da Amazônia - 05/06/2009

 

Local: São Paulo - SP

Fonte: Amazonia.org.br

Link: http://www.amazonia.org.br

Comissão organizadora: Amigos da Terra - Amazônia Brasileira, Greenpeace, Instituto Socioambiental, IMAZON, FBOMS, MST

 

Categoria espécies nativas:

Senadora Marina Silva (PT/AC)

· Se destacou na votação contra a MP 422, que aumentava o tamanho das áreas públicas federais a serem alienadas, na Amazônia, sem licitação, de 500 para 1.500 hectares;

· Autora e ativa promotora do projeto de lei do FPE Verde, que tenta premiar financeiramente estados que tenham mais áreas protegidas.

· Liderou a resistência no Senado contra a aprovação da MP 452, que criava o licenciamento ambiental automático de rodovias, o que levou a sua não votação e perda de vigência;

· Combateu firmemente a aprovação da MP 458 da forma como ela veio da Câmara dos Deputados, apresentando destaques para tentar diminuir o prejuízo social com a medida.

 

Senador José Nery (PSOL/PA)

· Votou contrariamente à MP 458 e lutou pela sua não aprovação por estar convicto de que ela é um retrocesso na democratização do direito à terra na Amazônia

· Votou contrariamente à MP 452

 

 Deputado Sarney Filho (PV/MA)

· Grande defensor da legislação ambiental, se destacou na luta contra as modificações do Código Florestal e pela aprovação da lei que regulamenta a cooperação administrativa na defesa do meio ambiente

· Se destacou na tentativa de modificar positivamente a MP 458 na Câmara dos Deputados, não tendo votado favoravelmente

 

 Categoria espécies exóticas

 

Senador Aloísio Mercadante (PT/SP)

 · Fez dura defesa do Código Florestal ante a tentativa ruralista de desmontá-lo, comprometendo a bancada do PT a lutar contra essas modificações

· Apoiou a não aprovação da MP 452

· Se destacou na tentativa de melhorar o texto da MP 458 durante sua votação no Senado

 

Senador Cristovam Buarque (PDT/DF)

· Votou contrariamente à MP 458 e favoravelmente aos destaques feitos pela Senadora Marina Silva

 

Senador Renato Casagrande (PSB/ES)

· Apoiou e votou favoravelmente aos destaques feitos pela Senadora Marina Silva durante a votação da MP 458

· Autor de projeto de lei que pretende incentivar fontes renováveis, limpas e de baixo impacto de geração de energia elétrica

· Ativo defensor da adoção de metas de redução do desmatamento na Amazônia e de um adequado plano nacional de redução de emissões

 

Deputado Paulo Teixeira (PT/SP) 

· Defensor do Código Florestal contra a investida dos ruralistas

· Defensor das causas da Amazônia no Congresso Nacional

 

 

Fonte http://www.amazonia.org.br

 

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Eleições do DCE da UNIFAP, estivemos lá e fizemos bonito!

Nessa última semana aconteceu na Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, as eleições para o Diretório Central dos Estudantes – DCE, motivo pelo qual não estive postando nada por aqui no PAPOS de JUVENTUDE, a disputa no pleito foi acirrada e no inicio das eleições tudo estava polarizado, entre a chapa 01 – Quem vem com tudo não cansa (ligada as correntes do PSOL CST/APS) e a chapa 02 DCE Fazer e Acontecer (ligada ao PT), disputa essa a tempos existente no M.E da Federal, que ocasionalmente satura a massa dos estudantes daquela IES, e percebendo isso, com a necessidade de se criar uma nova alternativa e marcar a volta da UJS a Federal amapaense, lançamos a Chapa 03 – Chega de Blá Blá Blá, que tinha propostas audaciosas, mais coerente, reais e necessárias, entre tanto tivemos pouquíssimo tempo de campanha, para ser preciso exatos 1 (um) dia e meio para campanha e dois dias de eleição, logo saímos atrasados para o processo.

Mas a campanha foi boa, com importantes adesões e com capilaridade, falando para um numero elevado de estudantes e passando nossas idéias sobre educação, M.E e UNIFAP. A eleição rolou, saímos da federal cerca de duas horas da manhã da quinta-feira passada (04/06), com inúmeras vitórias na bagagem, a primeira foi a obtenção de 283 votos (numero esse sem contar com a URNA anulada absurdamente, o que no levaria a mais de 350 votos e nos colocaria em segundo lugar no pleito), dos quase mil, cerca de 25,3%, o que significa que depois de 10 anos a UJS está de volta ao DCE da UNIFAP, outra foi o direito a 2 delegado para o CONUNE, mais a principal vitória foi calar a boca do povo que disse que havíamos morrido por aquelas bandas!

 

Agora é fazer gestão, e ampliar nosso povaréu!!!

 

Agora são mãos as obras e Chega de Blá Blá Blá...

 

segunda-feira, 1 de junho de 2009

É fundado o DCE Profº Paulo Melo da Universidade do Estado do Amapá - UEAP

No fim de tarde do dia 27 de maio, no auditorio central da instituição, foi fundado o Diretorio Central dos Estudantes Professor Paulo Melo, entidade representativa dos estudantes da Universidade do Estado do Amapá - UEAP, a assembléia geral marcada por forte disputas de concepções a cerca dos encaminhamentos do movimento estudantil daquela instituição deu a tona da combatividade da entidade que nasce.
 
No dia 3 de junho, acontecerá a 1º reunião do Conselho de Entidade de Base - CEB da entidade para deliberar sobre as regras da eleição e montar a comissão eleitoral, o pleito já está definido, foi aprovado em assembleia, os dias 24 e 25 para ocorrer as eleições.
 
A entidade homenageia uma figura importante da história da educação no estado, Prof. Paulo Melo que morreu recentemente, mais deu uma significativa contribuição para a educação do Amapá, Prof. Paulo já havia sido presidente do conselho estadual de educação, e sua morte aconteceu quando ele vinha de um interior, após o exercicio de sua paixão que era a educação.
 
Ficou aprovado em assembleia e registrado no estatuto, que na data de seu anivesario será realizada anualmente atividade em sua homenagem.

Carta Capital: A UNE, há 30 anos



 
Celso Marcondes

Nos dias 29 e 30 de maio de 1979 acontecia em Salvador, o 31º. Congresso da União Nacional dos Estudantes, o "Congresso da Reconstrução", um evento histórico. Marcava o fim de 13 anos de ilegalidade, no momento que crescia a pressão sobre a ditadura militar. 

O Congresso foi o resultado final de um árduo processo, pavimentado por quatro Encontros Nacionais de Estudantes e inúmeras reuniões. Participei de todos, entre eles o de junho de 1977, em Belo Horizonte, que foi o "Encontro que não ocorreu", porque a PM cercou todo o centro da cidade e as proximidades da Universidade Federal de Minas Gerais. Partimos de São Paulo de madrugada e voltamos ao final da tarde, depois de muito andar perdido por BH. Éramos cinco num Passat, ida eufórica, volta frustrada. 

Também inesquecível foi o seguinte, na PUC de São Paulo, em setembro do mesmo ano. Proibido pelo famigerado coronel Erasmo Dias, secretário da Segurança Pública, mesmo assim o III Encontro aconteceria, em formato reduzido, numa sala de aula da universidade, onde não éramos mais de 40 pessoas. Irado, o coronel, assim que soube da realização do evento que havia burlado seu aparato, disparou a vingança sobre os mais de mil estudantes que realizavam na mesma noite um ato comemorativo da façanha. O resultado, todos conhecem: 900 estudantes presos, dezenas de feridos, alguns graves. Um dia para jamais esquecer.

Menos de um ano depois, no ainda em obras Centro de Convenções cedido pelo governador Antonio Carlos Magalhães, 10 mil estudantes se encontraram. Deles, 3.304 eram delegados eleitos em assembléias nas suas bases. À mesa, entre outros ilustres, José Serra e José Genoíno, ex-presidentes da UNE.

Não, leitor, eu não estava lá. Desta vez por um golpe de azar: nas vésperas do Congresso fui "transferido" – era assim que as organizações de esquerda chamavam as mudanças de área de atuação de seus militantes – e saí do movimento estudantil. Acompanhei o Congresso pela imprensa com uma lupa e muita frustração, aquela sensação de perder o melhor da festa.

Para escrever hoje tenho que recorrer a fragmentos da minha memória já um tanto gasta, recordando conversas com companheiros que voltaram de lá entusiasmados. E a depoimentos de quem viveu de dentro aquele momento. A internet me salva: no site da Fundação Cásper Líbero, Thais Sauaya Pereira, publica uma bela crônica, na qual conta sua aventura quando tinha 20 anos e pertencia à diretoria do Centro Acadêmico da Faculdade de Química da USP. Thais foi até Salvador de ônibus, fretado por mais de 40 estudantes paulistas. Ela fala da viagem de mais de 50 horas:

"Na ansiedade esfuziante, não diferíamos muito dos ônibus de excursão do ginásio, nem daqueles das torcidas de futebol. No entanto, tínhamos consciência de que aquele era um momento histórico: discutíamos com paixão o socialismo, a guerrilha, a ditadura, os rachas nas organizações clandestinas, os professores, as relações afetivas, o aborto, a falta de grana, o amor livre, morar sem os pais, as drogas, o cinema, Marx, Lênin, Engels, Trotsky, Stálin, Brecht, Chaplin, Glauber, Vittorio de Sica... enfim, o mundo".

O Congresso ganhou o nome de Honestino Guimarães, último presidente da UNE, eleito em 1970, quando a entidade atuava muito precariamente na clandestinidade. Honestino era estudante da Universidade de Brasília, foi preso pelo Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), está desaparecido até hoje.

Javier Alfaia também estava presente e se tornaria presidente da entidade dois congressos depois. Em 1999 ele era vereador em Salvador. Aí, na Câmara Municipal, em sessão que comemorava os 20 anos do Congresso, ele discursou contando um pouco do clima na data:

"Enfrentando sucessivos cortes de energia elétrica, lançamento de substâncias tóxicas que irritavam os olhos de delegados e dirigentes da mesa, com os jeans ainda mais esbranquiçados pela caliça que se espalhava por todo canto daquele prédio em construção, nós consolidamos um marco na retomada do processo democrático".

E falava com orgulho do povo soteropolitano: "Salvador recebeu a UNE de braços abertos. O Congresso mobilizou esta cidade. As famílias ligavam para os diretórios acadêmicos, para o DCE, e colocavam suas casas à disposição para receber os estudantes. Nós listamos cinco mil vagas de hospedagem em residências particulares, em casas de companheiros, de professores, em instituições".

Foram dois dias de debates, de desencontros, de confusões. De sons, músicas e gritos. De oradores efusivos e de "questões de ordem". De tensões e temores, de coragem e energia. As diversas "tendências", que era o nome que dávamos na época aos agrupamentos políticos dos estudantes, conduziram os debates. Por trás delas, grupos e organizações clandestinas se construíam, em tempos que só dois arremedos de partidos eram permitidos pela ditadura, a ARENA e o MDB. "Caminhando", "Liberdade e Luta", "Refazendo", "Novo Rumo", "Centelha" eram os nomes de algumas delas, que reuniam então centenas, até milhares, de adeptos. Depois de muita discussão conseguiram aprovar uma "Carta de Princípios", que seria a referência para a entidade que renascia.

Um grande debate tomou conta do encontro. Eleger ou não ali mesmo o presidente da entidade? Venceu a proposta das eleições diretas, que acabaram ocorrendo por todo o País em 3 e 4 de outubro, alguns meses depois. O baiano Ruy Cezar Costa Silva, estudante de comunicações na Universidade Federal da Bahia, foi eleito presidente.

A UNE renascia, quando movimento estudantil saudava a entrada em cena do movimento operário. Depois das greves metalúrgicas do ABC em 1978 e 79, lideradas por um certo Lula da Silva, os militares e seus apoiadores viam crescer uma oposição que logo se tornaria insustentável.

Thais resume o significado de tudo: "Naquele momento, a UNE era o maior símbolo de organização perseguida pela ditadura. Os sindicatos estavam sob intervenção, não havia uma organização geral de trabalhadores. A UNE era a única entidade nacional, afora a ABI, afora a OAB, que tinha uma base social significativa, era a única organização de caráter nacional que representava um corpo social expressivo e significativo em nossa sociedade. A reconstrução da UNE foi o símbolo das conquistas democráticas pelas quais o Brasil tanto precisava passar, foi uma contribuição fundamental e decisiva ao processo de democratização do País". 

Boa, Thais, assino embaixo.

Nesta semana que encerra maio, em vários cantos do País, a data está sendo lembrada. Em Araraquara, Salvador e Porto Alegre acontecem algumas delas. Enquanto isso, a UNE já prepara seu 50º. Congresso, que acontecerá de 15 a 19 de julho, em Brasília. E que CartaCapital começa a cobrir a partir de hoje.

http://www.facasper.com.br/cultura/site/ensaio.php?tabela=&id=97
http://www.javier.com.br/livro_compromisso.htm
http://reconstrucaodaune.blogspot.com/
http://reconstrucaodaune.blogspot.com/2009/03/convocacao-para-o-congresso-de.html 
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Itaú Cultural PRORROGADA AS INSCRIÇÕES dos editais Rumos 2009 do Itaú Cultural nas áreas da Dança, Cinema e Vídeo e Arte Cibernética.

 
Prorrogada as inscrições para os editais Rumos nas modalidades Arte Cibernétiva; Cinema e Vídeo e Dança.
de 29 de maio para 05 de junho de 2009.
 
Linhas gerais de cada edital:
. Rumos Arte Cibernética: seleciona pesquisas acadêmicas e obras artísticas relacionadas à arte computacional, à arte em rede e à arte com videogame, robótica e instalações interativas, entre outros temas que associam arte e tecnologia;
. Rumos Cinema e Vídeo: seleciona trabalhos em três categorias: Filmes e Vídeos Experimentais; Eventos Multimídia; e Documentário para Web.
. Rumos Dança: seleciona projetos em duas propostas: Desenvolvimento de Pesquisa Coreográfica em Dança Contemporânea e Apoio à Pesquisa e Produção de Videodança.
 
Acesse http://www.itaucultural.org.br/ e obtenha as informações completas de conteúdo dos editais, critérios de inscrição, prêmios e repercurssão para os projetos selecionados. Participe! Divulgue!
 
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Patrique Lima
1º Diretor de Movimentos Sociais da UNE
Fone: (96)81138240
MSN: patriqueujs-ap@hotmail.com
E-mail: patriqueune@gmail.com
Blog: www.paposdejuventude.blogspot.com
www.une.org.br