"Porque juventude são outros Papos!"

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Adeus ânus velho... Feliz...


Excelente tira do Dr. Pepper, que lógico não poderia deixar de postar nessa data especial!


Um Brinde a 2010, FELIZ ANO NOVO moçada!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

O espírito para 2010 e uma Homenagem a Jean Cocteau

"Não sabia que era impossível, foi lá e fez!" (Jean Cocteau)


A Jean Cocteau
O impossível não se pede
É feito por nós mesmos
Longe das limitações e medos mundanos
Longe da descrença do mundo em sua própria humanidade
O impossível não é aquilo que ninguém pode realizar
É o que ninguém ousou conquistar
É feito mais de raça que de sonho
Suor e sangue mais que devaneios
O impossível não se sente, não se toca, não se vê
É palavra morta na cabeça dos racionais (os lógicos!)
É sentença de vida a quem deseja mais que o medíocre
O impossível é desafio
E superação não é palavra de indivíduo
(Não tem homem sozinho que possa com aquilo que não se pode)
É trabalho de homem coletivo
É sabedoria de quem já aprendeu com a vida
E concluiu que força e soma são como que uma coisa só
O impossível é bom
As coisas do mundo
E o até o ser humano
Podem ser bons também
Ruim é essa coisa que limita e desune
Essas opressões todas que tornam o impossível tão hermético
E a vida tão cinza


( Luana Bonone - Verso no Trombone)


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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

FELIZ 510 - A importância do salário mínimo de 510 reais

Em 1995 o salário mínimo era suficiente para comprar apenas uma cesta básica; desde então seu poder de compra mais que dobrou e, em 1º de janeiro de 2010 poderá adquirir 2,17 cestas básicas.
 
Também designada como "ração essencial mínima", esta uma noção inclui o conjunto mínimo de gêneros alimentícios e produtos de higiene e limpeza usados por uma família média durante um mês. Isto significa que, em 1995 - primeiro ano do governo Fernando Henrique Cardoso - o salário mínimo mal dava para comer. Seu poder de compra evoluiu pouco naqueles anos - aumentou apenas 38% até 2003, primeiro ano do governo de Luís Inácio Lula da Silva, quando voltou a crescer mais rapidamente. Passou de 1,93 cestas básicas em 2007 e, agora,chega a 2,17, acumulando um aumento de 57% desde 2003.
 
É importante observar estes números neste final de ano, quando o governo federal está prestes a anunciar o novo valor do salário mínimo, que será de 510 reais, o que significa um ganho real (acima da inflação) de cerca de 6% em relação ao valor atual, de 465 reais.
 
É o maior valor desde 1986, época do Plano Cruzado, do congelamento dos preços e do abono salarial decretado pelo então presidente José Sarney. E significa a continuidade na recuperação da renda do trabalho, pleito histórico do movimento sindical brasileiro.
 
O novo valor, diz o DIEESE, vai beneficiar 46 milhões de trabalhadores; 18,5 milhões são aposentados, 14 milhões são empregados, 8,5 milhões trabalham por conta própria e 4,7 milhões são trabalhadores domésticos. Vai despejar, ao longo de 2010, mais de 26 bilhões de reais na economia, e também os governos vão ganhar com isso pois quase 8 bilhões desse valor corresponde ao aumento na arrecadação tributária.
 
A oposição neoliberal que, quando esteve à frente do governo fez de tudo para diminuir o valor da força de trabalho usando para isso a ferramenta do arrocho salarial, já começa a chiar, proclamando que o governo dá um aumento real (inclusive arredondando para cima o valor que, pela legislação em vigor, seria de 507 reais) em ano eleitoral para favorecer sua eventual candidata, Dilma Rousseff. É uma reação esperada por parte daqueles que sempre governaram apenas para o capital, para garantir seus lucros elevados.
 
Mas a recuperação da renda do trabalhador tem outra dimensão, além daquela que é evidente, ou seja, a melhoria da condição de vida da grande massa da população que vive de rendimentos que, embora crescendo, continuam muito baixas. Esta dimensão foi demonstrada ao longo de 2009 quando a manutenção do consumo popular manteve o mercado interno aquecido e foi um fator determinante para o Brasil superar a grave crise econômica que eclodiu nos EUA no final de 2008 e de lá contaminou o mundo. A política acertada de manter a valorização do salário mínimo, acordada entre o governo Lula e as centrais sindicais, fortaleceu nossa economia e criou as condições para que o Brasil passasse rápido pela crise e voltasse a crescer.
 
O valor do mínimo que passa a vigorar em janeiro significa um ganho real de 53% nos oito anos percorridos desde abril de 2002; se a política de reajuste for mantida nos próximos dez anos, o DIEESE calcula que o salário mínimo vai chegar a 850 reais (66% a mais do que hoje) em 2020. É uma possibilidade concreta que está no horizonte, indicando a perspectiva de maior fortalecimento da economia brasileira e de grande melhoria para os trabalhadores. Por isso essa política precisa ser mantida, e aperfeiçoada incluindo os rendimentos dos aposentados, que ainda não são completamente beneficiados por esses ganhos.
 
Editorial Vermelho de 23 de Dezembro de 2009 - 12h15
 
 
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Em pleno século XXI os EUA continua tentando invadir CUBA!

Nos últimos 12 anos, o governo dos Estados Unidos gastaram cem milhões de dólares num programa que eles chamam de "promoção da democracia em Cuba", mas que na verdade trata-se de uma tentativa de influenciar ideologicamente os jovens cubanos através de uma espécie de "invasão cultural" tecnológica, que não trouxe qualquer benefício para o imperialismo estadunidense.
 
O jornal Washington Post revelou um relatório de 2006 do governo norte-americano, intitulado "A assistência para a democracia em Cuba necessita de melhor gestão", no qual mostra que a "supervisão revela erros alucinantes e fraudes no programa". O orçamento do programa subiu de cerca de US$ 3,5 milhões em 2000 para US$ 45 milhões em 2008 sob o presidente George W. Bush, que fez dos ataques político-culturais a Cuba uma prioridade.

O governo Obama continuou a apoiar o programa, que recebeu US $ 20 milhões em 2009 e 2010. Em um discurso na semana passada, Fidel Castro acusou o governo de Obama de aumentar o apoio à "subversão aberta e dissimulada".

Entre os problemas detectados no programa, destaque para a compra injustificada de "jogos de computador (incluindo Gameboys da Nintendo e Playstations da Sony), uma bicicleta de montanha, casacos de pele, camisolas de caxemira, carne de caranguejo e chocolates Godiva".

O objetivo do programa, que só para o biênio 2009-2010 recebeu 20 milhões de dólares, é supostamente "ajudar os cubanos a romper o bloqueio informativo" a que estariam submetidos. Para isso, Washington introduz na ilha aparelhos de DVD, telemóveis e ligações à Internet, para incentivar o "intercâmbio de ideias dos cubanos com o resto do mundo". Suspeita-se que parte desta verba também financie jornalistas dissidentes como a blogueira Yoani Sánchez, que dedicam seus textos a atacar o governo e o socialismo cubanos.

O tema voltou a estar na ordem do dia, depois de Cuba ter detido um trabalhador de uma empresa norte-americana que realizava tarefas de "promoção da democracia", leia-se espionagem e sabotagem, para o Departamento de Estado. O indivíduo, cujo nome não foi revelado, trabalhava numa rede de ligações para a Internet.

 
Fonte: Vermelho
 
VIVA A RESISTENCIA CUBANA!
VIVA A REVOLUÇÃO!
 
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Nogueira foi condenado a prisão, mas sigamos a lógica...

Nessa semana, o prefeito de Santana, Antonio Nogueira, foi condenado a prisão pelo escândalo das carteiras de habilitação ocorrido em 2004.

A partir dessa denuncia, uma série de atores sairam do anonimato e ganharam espaços na mídia querendo ser os paladinos da moral e da ética, como foi o Caso do famoso Pastana.

Mas desse assunto muita água vai rolar por baixo da ponte do igarapé da fortaleza.

Mas tem uma coisa que me chama a atenção, se o escandalo das carteira já confirmado acusa Nogueira, a Ex-governadora Dalva Figueiredo não tem deveria ser citada como uma das responsáveis com a parada? Tendo em vista que a mesma era a gestora do estado no período.



Num sei, mas pra mim pau que dá em chico dá em Francisco!



quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Blog com Layout novo!

Para dar uma variada na cara do blog resolvi mudar o layout.



Diga ai na caixa de comentários o que você achou dessa mudança?

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Renato Rabelo (Presidentedo PCdoB) hoje em Macapá para lançamento de seu novo livro

O lançamentos do livro Idéias e Rumos, de Renato Rabelo, presidente do PCdoB, acontecerá no dia 15 de dezembro no auditório da UEAP . O objetivo do autor e da editora Anita Garibaldi é facilitar o acesso à publicação e divulgá-la a um número maior de pessoas, facilitando a disseminação do pensamento presente na obra. Os eventos contarão com a presença do dirigente e de personalidades políticas, dos movimentos sociais e do próprio PCdoB/AP.


O livro Ideias e Rumos resulta da reunião de diversos artigos, intervenções e documentos elaborados por Renato Rabelo ou que tiveram sua contribuição decisiva ao longo dos últimos 30 anos. São textos que procuram ajudar na compreensão do caminho brasileiro para o socialismo, da teoria marxista aplicada à nossa realidade e do próprio PCdoB. 

Segundo o secretário de Formação do PCdoB, Adalberto –que assina o prefácil disponível abaixo – "os textos escolhidos foram escritos, como o autor mesmo diz, no "fragor da lutas". São conferências e artigos por ele concebidos sempre enfrentando temas relevantes e candentes na luta política. Há que se destacar os textos mais longos e densos, que analisam a realidade mundial e brasileira, em seus múltiplos aspectos, e que afinal, delineiam plataformas de ação, política de alianças, formas de luta, meios organizativos, para a ação política".

Para ele, ali está colocado "o Brasil pelas mãos de quem associa o labor intelectual com a luta política real. Depois de décadas de militância revolucionária, (Renato) decidiu selecionar, organizar, e publicar, parte do que elaborou ao longo de sua trajetória. Esta elaboração – agora em forma de livro – passa a integrar de modo melhor, mais ordenado, o acervo do pensamento das lideranças políticas que estudaram o Brasil e sua inserção no mundo, com vistas a fortalecê-lo e transformá-lo. Este trabalho contribui, ainda, para a compreensão da evolução da elaboração política do PCdoB, do ponto de vista tanto tático quanto estratégico, bem como das diretrizes que têm regido sua edificação".



Serviço:
O que? Lançamento do Livro Ideias e Rumos de Renato Rabelo
Onde? Avenida Presidente Vargas, s/n° - Macapá, Auditoria da Universidade do Estado do Amapá - UEAP
Quando? Hoje, 15/12/2009
Horario? 18h
Valor? Entrada Franca
Informações?  Luiz Pingarilho 96-9144 6513

 

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

UNE e UBES de volta pra casa!


Recebi por e-mail essa histórica e feliz noticia! PARABÉNS UNE, SEMPRE NA LUTA PELOS ESTUDANTES E PELO POVO BRASILEIRO!

Gloriosos (as) diretores e ex-diretores da União Nacional dos Estudantes!
 
Hoje aprovamos o PL 3931/08, que reconhece a respondasilidade do Estado na destruição da sede da UNE na Praia do Flamengo,132 no período da ditadura militar. A CCJ foi a última comissão da câmara, antes do senado federal. Aprovado mais uma vez por unanimidade, terminaremos o ano de 2009 com um pé na casa do poder jovem. Ainda temos muitos desafios, mas estamos próximos a ver a primeira anistia a pessoa jurídica acontecer em nosso país. Vida longa a UNE, sempre protagonista de grandes conquistas democráticas no Brasil.
 
Saudações estudantis, e vamos à luta!
 
 
Marcela Rodrigues
Dir. de Relações Institucionais da UNE
Gestão 2009/2011



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UNE e UBES de volta pra casa!

Recebi por e-mail essa histórica e feliz noticia!

Gloriosos (as) diretores e ex-diretores da União Nacional dos Estudantes!
 
Hoje aprovamos o PL 3931/08, que reconhece a respondasilidade do Estado na destruição da sede da UNE na Praia do Flamengo,132 no período da ditadura militar. A CCJ foi a última comissão da câmara, antes do senado federal. Aprovado mais uma vez por unanimidade, terminaremos o ano de 2009 com um pé na casa do poder jovem. Ainda temos muitos desafios, mas estamos próximos a ver a primeira anistia a pessoa jurídica acontecer em nosso país. Vida longa a UNE, sempre protagonista de grandes conquistas democráticas no Brasil.
 
Saudações estudantis, e vamos à luta!
 
 
Marcela Rodrigues
Dir. de Relações Institucionais da UNE
Gestão 2009/2011



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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Do rio que tudo arrasta

se diz que é violento
Mas ninguém diz violentas

as margens que o comprimem

(Bertold Brecht)

 

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domingo, 6 de dezembro de 2009

“Voce não precisa acreditar em Papai noel, mais pode ser um” - Campanha dos Correios de natal

O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao "Papai Noel". O objetivo central é manter a magia do Natal.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Inicialmente são descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma cart a, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Em 1997, a iniciativa transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais da empresa.

Números:
Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:
Ano  Cartas recebidas  Cartas respondidas  Cartas adotadas
2005====395 .183==========145.474=======130.655
2006====501.605==========177.549=======226.934
2007====792.760==========231.552=======357.971
2008====1078.711=========365.446=======464.481

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com os Correios de sua região .

  Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com Devoção e compaixão.

 

* Os interessados em adotar uma cartinha podem procurar, de 09 de novembro a 18 de dezembro, em uma unidade dos Correios mais próxima de sua casa.

Faça você também uma criança sorrir neste Natal.


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sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Por que atacar a UNE?

*Por Anderson Campos

 

Fui à banca comprar os jornais do domingo (29/12). No caminho, esperava encontrar manchetes sobre o esquema de corrupção do governador Arruda, do DEM-DF. Mas deparei com a capa do Estadão atacando a União Nacional dos Estudantes. A grande mídia esconde a corrupção dos governos demo-tucanos. Ao mesmo tempo, é investigadora e juíza de qualquer movimento social de grande porte do nosso país.

Por que dar mais atenção - e espaço nas páginas do jornal - a uma reportagem sobre a prestação de contas atrasada da UNE? Simples assim: a grande mídia empresarial precisa encontrar argumentos para atacar não apenas o governo Lula, mas também as principais organizações políticas do campo democrático e popular.

É o que fazem constantemente com o MST, com a CUT - regionalmente, com os sindicatos cutistas - e, agora, mais uma vez, com a UNE. O desespero chegou ao auge com a publicação de um texto escrito pelo colunista da Folha de S.Paulo, Cesar Benjamim. Acusar Lula de tentativa de estupro de um garoto foi uma manobra tão tosca, que só ganhou audiência no painel do leitor dessa mesma empresa.

O tratamento desigual é flagrante pelos termos utilizados pelo Estadão na redação das duas matérias. Na primeira e principal "reportagem", essa empresa de comunicação afirma com veemência: "A UNE forjou documentos". A base desse julgamento: a análise do repórter da empresa. Não há, como afirma o presidente da entidade, uma investigação pública, muito menos condenação de qualquer órgão de fiscalização pública. Quem está dando o parecer é o próprio jornal. A resposta do estudante Augusto Chagas fere rente: "Se o objeto não foi executado, o dinheiro está na conta".

De outra forma é tratado o caso da corrupção do governador do Distrito Federal, único estado comandado pelos Demos. Para o Estadão, existem "suspeitas" e "suspeitos". Apesar de vídeos flagrantes, investigações, essas sim, públicas, e um histórico de corrupção que tem origem ainda no Governo Roriz, o Estadão apequena a notícia. A matéria está perdida na página 12; menor que o anúncio das Casas Bahia.

Por que atacar a UNE neste momento? Porque faltou pauta para atacar o MST ou a CUT; porque faltou ex-petista para denunciar alguma atrocidade cometida por quem ficou no partido; porque a Dilma tá crescendo nas pesquisas e nenhum candidato da direita, ou quinta coluna dela, tem emplacado. Enfim, porque a direita brasileira está se desesperando e deixando desnorteados os seus empresários de comunicação.
 
Fonte: www.UNE.org.br
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Desculpa, o sentimento nos trouxe de volta! Vascão 2010

O vasco é o time da virada! O vasco é o time do Amor!

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Desconfiomêtro Ligado!

Ainda a pouco pela manhã saiu a lista dos aprovados para o concurso da Policia Militar do Amapá, o concurso foi realizado pela Universidade Federal do Amapá - UNIFAP e em sua composição possui seis fases, uma prova objetiva (carater classificatorio e eliminatorio), teste de apetidão física (eliminatorio), exames medicos (eliminatorio), psicologicos (eliminatorio), documentais (eliminatorio) e  sindicancia de vida pregressa (eliminatorio), com 150 vagas oferecidas.
 
Mais de 15 mil pessoas se increveram para fazer a provas, principalmente por conta que no último concurso foram chamados todos os classificados na primeira fase para fazer os exames fisicos.
 
O espantoso é que nesse concurso de duas fases, saiu a lista constando os nomes somente dos 150 primeiros colocados, não contendo nem o nome das pessoa que chegaram a se classificar, segundo o edital seriam as pessoas que conseguinssem 50% de questões certas na prova.
 
Tendo em vista isso, começam os questionamentos, e se desses 150 aprovados somente 100 passem quem seram os proximos da lista de espera? Será que haverá um novo concurso caso tenham reprovados nos testes fisicos? Será que veremos mais uma triste cena de fraude orquestada na UNIFAP?
 
Para agravar ainda mais a situação, a instituição ainda não pois a disposição dos condidatos os resultados de suas provas, o que deixa ainda mais suspeito esse resultado.

Estamos de OLHO!    @,@
 

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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Artigo - A boa hora da comunicação alternativa, por Flávio Aguiar

 
Surge em boa hora a proposta de criação de uma Associação Brasileira de Empresários da Comunicação Alternativa. Ela vem maré montante da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que se realizará de 14 a 17 de dezembro próximo, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. A proposta é pertinente, inclusive, a partir do uso da palavra "Alternativa" para qualificar o empreendimento e, por tabela, seus empreendedores.

A expressão não vem sem controvérsia. Há quem a repudie, por várias razões. Primeiro, vamos a um pouco de história. A expressão "Imprensa alternativa" (então se falava muito pouco em "mídia") ganhou ímpeto no Brasil dos anos 70 (1) . Ela surgiu de várias fontes (entre elas esse escriba), como uma resposta ao carinhoso apelido que o escritor João Antonio deu aos jornais, em geral pequenos, que se contrapunham à censura da ditadura militar e à auto-censura praticada no jornalismo convencional brasileiro: "imprensa nanica".

O termo "nanica" não ofendia nem desqualificava. Pelo contrário, trazia à tona a metáfora de Davi contra Golias. Pitoresco, dava o sabor de um certo heroísmo, quixotesco ou não, à atividade dos grupos de jornalistas e intelectuais que se reuniam em cooperativas ou com outras formas de organização para se opor à hegemonia que a ditadura e a auto-proclamada "grande imprensa" construíam diariamente no campo da informação – não sem conflitos entre si, como atestam os casos de censura, por exemplo, ao Estadão e em outros episódios.

Mas se ele não desqualificava, tampouco qualificava muito. Não me refiro ao campo moral, mas sim ao conceitual. Deixava brechas importantes. Por exemplo: como qualificar o gigantesco empreendimento de Última Hora, de Samuel Wayner, de quem nos considerávamos herdeiros? Esse empreendimento nada tivera de "nanico". Mas fora sim alternativo. Alternativo a quê? À busca de hegemonia pela então "grande imprensa" na sua luta (sanha, talvez) para derrubar Getúlio Vargas. O Tribuna da Imprensa, de Carlos Lacerda, era, na verdade, um "nanico" que só cresceu com o manto protetor de Roberto Marinho, com seu O Globo, e de outros órgãos da imprensa conservadora.

Assim, "na história brasileira os freqüentes alternativos seriam jornais [ou mídia, no sentido atual, mais amplo] que se oporiam ou se desviariam das tendências hegemônicas na imprensa convencional brasileira, que esta pretende [cartelizando-se] tornar hegemônicas no país" (2).

Além de ter profundidade histórica, a expressão "alternativa (o)" ganhou ampla aceitação acadêmica. O exemplo mais conspícuo disso é o clássico Jornalistas e revolucionários: nos tempos da imprensa alternativa, de Bernardo Kucinski (3), tese de doutorado defendida pelo autor em 1991, na ECA/USP. Também deve-se citar que o termo "alternativa (o)" tem larga aceitação internacional, em várias línguas, na esteira do pensamento de Noam Chomsky, Edward S. Herman, Mike Gunderloy e outros, em contraposição ao que denominam, em inglês, a "mainstream mídia", que, valendo-se do "propaganda model", definido pelo primeiro, perseguiriam a construção de um "manufactured consent".

Os que se opõem ao termo preferem, em geral, outras expressões, mas elas padecem de particularismo (como no caso de "mídia de esquerda", "dos trabalhadores", "popular", etc.) ou vão ao encontro de palavras que os próprios próceres da mídia convencional (também chamada de corporativa ou conservadora) usam para se qualificar: "livre", "independente", por exemplo. Pode-se perguntar: "livre" ou "independente" do quê? Essas últimas expressões recendem a uma visão também convencional, aquela mesma que quer vender o peixe de que é possível um jornalismo "isento", "neutro", e outros pingentes da coroa liberal com que a mídia tradicional quer se cingir.

Quanto ao fato da proposta ser para a formação de uma associação de empresários, também isso vem em boa hora. É inegável que uma boa parte da mídia alternativa no Brasil se faz com organizações do tipo empresarial, ainda que, em geral, sejam pequenas ou médias empresas (ou cooperativas), por oposição às grandes corporações que dominam os mercados privados publicitários e/ou de concessão de verbas públicas, mediante publicidade ou outros meios (isenção de impostos, etc.). Está mais do que na hora de se buscar regras de financiamento que, para além das visões mercadológicas estreitas, garantam uma verdadeira pluralidade na construção da informação no Brasil, para que, ao invés do "manufactured consent" que a "grande mídia" quer impor cotidianamente, se dêem asas a possibilidade da dissensão, do contraditório, do múltiplo, em larga escala.

Esperemos que a iniciativa se concretize, já a partir da 1ª Confecom.


Notas
(1) V. Aguiar, Flávio – "Imprensa alternativa: Opinião, Movimento, Em Tempo". Em Martins, Ana Luiza e De Luca, Tânia Regina (orgs.) – História da Imprensa no Brasil. São Paulo: Contexto, 2008.

(2) V. Aguiar, Flávio – op. cit., nota 1, p. 236.

(3) São Paulo: Edusp, 2003. 2a. ed.


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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Paixão ou Burrice!?

Navegando pela grande rede encontrei essa tira muito interessante, que justamente exprime como ficamos quando estamos apaixonados!

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